Como o Simples Nacional funciona
O Simples Nacional unifica diversos tributos em uma única guia mensal (DAS), simplificando o recolhimento. As alíquotas seguem tabelas (anexos) e faixas de faturamento — quanto maior a receita acumulada, maior tende a ser a alíquota efetiva.
Para atividades médicas, um detalhe muda tudo: o anexo em que a empresa é tributada pode variar conforme o Fator R, a relação entre folha de pagamento e faturamento.
Anexo III x Anexo V: por que isso importa
De forma simplificada, a atividade médica no Simples Nacional pode ser tributada em anexos diferentes, com alíquotas iniciais bem distintas. O que define o anexo, em muitos casos, é o Fator R:
- Quando a folha de pagamento representa 28% ou mais do faturamento, a tributação tende a ocorrer pelo anexo com alíquotas menores.
- Quando a folha fica abaixo de 28%, a empresa tende a ser tributada pelo anexo com alíquotas maiores.
Esse cálculo é mensal e dinâmico — por isso precisa de acompanhamento constante. Entenda os detalhes em Fator R para médicos.
Quando o Simples costuma ser avaliado
- Médicos em início de atividade, com faturamento ainda em construção.
- Profissionais que valorizam a simplicidade de uma guia única.
- Empresas cuja relação folha/faturamento favorece o Fator R.
Em outros cenários, vale comparar com o Lucro Presumido. O importante é decidir com base em números reais, não em regra geral — e revisar a escolha periodicamente com a contabilidade.
Quer saber se o Simples Nacional faz sentido para você?
A M&M analisa seus números reais — faturamento, folha e forma de atuação — antes de indicar qualquer caminho.
Quero analisar minha tributação como médicoPerguntas frequentes
Conteúdo informativo. Regras fiscais e tributárias podem variar conforme legislação, município, regime tributário e realidade de cada profissional. Para uma orientação adequada ao seu caso, fale com a equipe da M&M Soluções Contábeis.